Sempre que tentamos materializar a sensação de milagre que é deslizar sobre uma onda, escrever surf, tentar descrever surf, como que cheios do entusiasmo de um escritor de um evangelho, feliz e preocupado em divulgar aquela boa notícia, tão boa que não cabe em nós e, por isso, é preciso revelar, divulgar, cativar os outros àquela alegria imensa.... Sempre que tentamos, houve um primeiro que o fez, nos tempos modernos. O capitão James Cook, ou provavelmente um seu imediato, o do navio Discovery, James King, responsável por concluir os Journals do afamado capitão, depois da sua morte no Hawaii. Esta é a primeira descrição do surf, feita por um Europeu. Datará aos finais da década de 1770, inícios de 1780... "But a diversion the most common is upon the Water, where there is a very great Sea, and surf breaking on the Shore. The Men sometimes 20 or 30 go without the Swell of the Surf, & lay themselves flat upon an oval piece of plan about their Size and breadt...
De “Caminar sobre las aguas” , Anthony de Mello : ´Déjenme contar una historia sobre una persona libre. Es la historia de una muchacha, en una aldea de pescadores, que fue madre soltera. Sus padres la pegaron hasta que confesó quién era el padre, ella dijo: “Es el maestro zen que vive en el templo fuera de la aldea.” Sus padres y todos los aldeanos quedaron indignados. Corrieron al templo, después que el bebé nació, y lo dejaron frente al maestro zen. Y le dijeron: “¡Hipócrita! ¡Ese niño es suyo! ¡Cuídelo!” Todo lo que el maestro zen dijo fue: “¡Muy bien! ¡Muy bien!” Y dio al bebé a una de las mujeres de la aldea, encargándose el maestro de los gastos. Después de esto, el maestro perdió la reputación, sus discípulos lo abandonaron, nadie iba a consultarlo; y esto duró algunos meses. Cuando la muchacha vio eso, no pudo aguantar más y finalmente reveló la verdad. El padre del niño no era el maestro, era un muchacho de la vecindad. Cuando sus padres y toda la aldea supieron esto, volviero...
Conheço barcos que ficam no porto Com medo de que as correntes os arrastem violentamente. Conheço barcos que enferrujam no porto Para não arriscarem nunca uma vela ao largo. Conheço barcos que se esquecem de zarpar. Têm medo do mar por estarem a envelhecer, E as vagas nunca os separaram A sua viagem terminou antes de começar. Conheço barcos tão amarrados Que desaprenderam de se olhar. Conheço barcos que ficam a marulhar Para estarem realmente seguros de jamais se deixar. Conheço barcos que vão, aos pares, Afrontar o temporal quando o furacão está sobre eles. Conheço barcos que se arranham um pouco Nas rotas oceânicas aonde os levam os seus manejos. Conheço barcos que regressam ao porto, Todos amassados, mas mais dignos e mais fortes. Conheço barcos estranhamente iguais Quando partilharam anos e anos de sol. Conheço barcos que transbordam de amor Quando navegaram até ao seu último dia, Sem nunca recolher suas asas de gigantes Porque têm ...
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