
sábado, 26 de dezembro de 2009
Se nascesse hoje...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
A tua Presença... Parabéns Pai, por esta vida!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Senta-te e Espera, respira fundo...
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Porque...
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Rip Curl Pro Search
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
WCT

sábado, 12 de setembro de 2009
Smiling Surfing
Surf against poverty... call to action
Um grupo de surfistas italiano levou a cabo o surfing against poverty... Foi nas Filipinas e tratava de atrair crianças e jovens para o Surf, tirando-os das ruas, prevenindo problemas de deliquência e outros caminhos em forma de beco.o próximo projecto?!.. =D
Há alguém que se queira juntar?... out of many..., we can be One!
sábado, 8 de agosto de 2009
Perfect Spot
terça-feira, 28 de julho de 2009
Conheço Barcos...
Com medo de que as correntes os arrastem violentamente.
Conheço barcos que enferrujam no porto
Para não arriscarem nunca uma vela ao largo.
Têm medo do mar por estarem a envelhecer,
E as vagas nunca os separaram
A sua viagem terminou antes de começar.
Conheço barcos tão amarrados
Que desaprenderam de se olhar.
Conheço barcos que ficam a marulhar
Para estarem realmente seguros de jamais se deixar.
Afrontar o temporal quando o furacão está sobre eles.
Conheço barcos que se arranham um pouco
Nas rotas oceânicas aonde os levam os seus manejos.
Conheço barcos que regressam ao porto,
Todos amassados, mas mais dignos e mais fortes.
Conheço barcos estranhamente iguais
Quando partilharam anos e anos de sol.
Conheço barcos que transbordam de amor
Quando navegaram até ao seu último dia,
Sem nunca recolher suas asas de gigantes
Porque têm o coração à medida do oceano.
Marie-Annick Rétif
quarta-feira, 1 de julho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
Paragem
domingo, 31 de maio de 2009
Saber usar o Tempo...
sábado, 23 de maio de 2009
O melhor das pessoas...
quarta-feira, 20 de maio de 2009
A intuição do outro...
O que desenvolvi eu nesta vida que tenho levado? Uma vida feita de milhares de quilómetros, de centenas de culturas, de dezenas de cruzamentos de fronteira. Uma vida feita de mudança, de novidades, de encontros.
Eis o que o viajando desenvolve viajando: A intuição do Outro. A quase certeza de saber quem se tem pela frente. E ter que compreendê-lo em poucos segundos.
Gonçalo Cadilhe,
SURF Portugal, Fevereiro de 2007
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Há onze anos...
Hope is a good thing.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
O Líquido Mágico
As coisas são relativas. Não uma relatividade que possa colocar tudo em causa, o bem, o mal, o belo, o feio, o que se gosta e o que não se gosta.
Há delas, as 'coisas' que não são relativas, valores, conceitos, convenções que se acordam e concordam [(de relativas passam a ser absolutas: sejam os acordos entre a humanidade e a humanidade, seja entre a humanidade e Deus, seja entre a humanidade e a natureza (a lista continua em todas as variantes possíveis!)]...
Mas tanto no mundo muda conforme o olhar com que se vê!
É por isso que não podemos julgar as coisas, os outros. Não podemos, com absoluteza, catalogar, emprateleirar, definir... porque cada gesto destes será sempre redutor.
É dificil é certo, ao ser humano temente do que desconhece, não julgar ou catalogar, não formular ideia ou opinião disto ou daquilo. Vivemos de referências e temos medo do desconhecido. Por isso julgamos, catalogamos, emprateleiramos. Para pensarmos que conhecêmos.
É preciso estar-se bem consigo próprio para não o fazer, para não dizer mal disto ou daquilo ou dos outros. Dizer mal, destrói, absolutiza, quase que fecha o assunto. Já fazer o mesmo mas para o bem - estranho, mas verdade - abre portas, abre perspectivas nunca fechadas e nunca conclusivas. Dizer mal, carimba um embrulho fechado. Dizer bem, abre um embrulho com laço bonito.
É preciso estar-se bem consigo próprio, estar-se livre, como quem caminha pela rua fora de mãos nos bolsos e os lados do casaco estendidos para trás, quase a planar cinco milímetros acima do chão.
É preciso estar-se bem consigo próprio para não catalogar uma água gelada, com ondas barulhas e grandes, num chão escondido de pedra e ouriços afiados que só não querem ser pisados.
É preciso estar-se bem consigo próprio para arriscar, para não julgar quando o líquido nos atira enrolados para dentro de si e a nadarmos tanto quanto podemos para cima, ele não nos deixa vir cá beber ar à superfície.
É preciso estar-se bem, ser-se livre para se enfiar, sabendo que se pode ir contra as rochas e sem querer, aprender para que servem as meias de surf e porque têm elas os dedos do pé recortados*.
É preciso viver-se, assim com cara aberta para o bem, sendo tolerante com os que te olham e dizem que és maluco porque vais para dentro da água gelada, barulha, salgada, com rochas no fundo, com ouriço do mar que só não querem ser pisados....
Eles não sabem que é água sagrada, Não sabem o que um líquido faz a uma pessoa... o líquido mágico, ou salgado, ou sagrado, ou nada disto! Depende do ponto de vista que se julga.
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*pensava eu que as meias serviam para proteger do frio. Há pouco tempo descobri que é também para proteger das arestas das rochas que não se vêem debaixo de água... quanto aos ouriços, ainda temos que aguentar com eles (ou eles connosco), ou talvez um dia descubra umas "botas" de surf que sirvam para isso!
domingo, 26 de abril de 2009
Escoliadas 2009

Mas no fim de tudo, sonham-se limites e ultrapassamo-los porque melhor do que cumprir os nossos sonhos, é ajudar os outros a cumprirem os seus!
E é por isso é que vale a pena ser professor.
domingo, 5 de abril de 2009
Os sonhos da tua infância...
O formador da sessão era uma daquelas pessoas que não se consegue não admirar por todo o percurso de vida que fez e está a fazer... Cheio de altos e baixos, cheios de coragem nunca com acomodações, cheio de remadas contra a maré e sempre sempre, cheio de uma paz interior que transparece no olhar daqueles que vão em busca dos sonhos, sejam eles fáceis ou difíceis! Não é isso o medidor da sua grandeza.
E é preciso termos a alma limpa para admirar os outros.
Tive a sorte de me ter dado a conhecer um senhor que se chamou Randy Pausch.
No mundo académico nos EUA há o hábito de, quando em vez... um professor ser convidado para dar uma aula, como se fosse a sua última aula. Dizer ao mundo tudo aquilo que tinha para dizer.
A alguns meses do fim da sua vida, este Randy Pausch, devido a um cancro do pâncreas, deu mesmo a sua última aula, sobretudo a pensar naquilo que todos os pais ensinam aos seus filhos mas que ele não virá a poder fazer. Com três filhos de menos de 5 anos, e pensando que nenhum deles se lembrará do pai quando crescer, tirou tempo para dar esta aula.. para eles daqui a uns anos saberem quem era e como era os pais, quais os valores e os princípios que o nortearam nesta vida.
Deixou isto gravado... vale a pena parar para ouvir.
domingo, 22 de março de 2009
water day
É de água que tratamos aqui.. seja ela salgada, seja ela doce,
venha ela a escorrer pela face abaixo ou pela boca a dentro...
quarta-feira, 11 de março de 2009
Mar ultimamente... nem vê-lo...
segunda-feira, 9 de março de 2009
music of the day...
Quando eu era metade do tamanho que tenho agora.. cantarolava esta música muito bonita do Willie Nelson / E. Presley...
Hoje redescobri-a no album do senhor Michael Bublé "call me irresponsible"...
Maybe I didn't treat you
Quite as good as I should have
Maybe I didn't love you
Quite as often as I could have
Little things I should have said & done
I just never took the time
But you were always on my mind
You were always on my mind
Maybe I didn't hold you
All those lonely, lonely times
And I guess I never told you
I'm so happy that you're mine
If I made you feel second best
Girl, I'm sorry I was blind
You were always on my mind
You were always on my mind
Tell me, tell me that your
Sweet love hasn't died
Give me, give me one more chance
To keep you satisfied
Satisfied
Little things I should have said & done
I just never took the time
You were always on my mind
Michael Bublé
Always On My Mind
domingo, 22 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Como se mede o tamanho da alma?
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
A vida na linha da água...

Somos produto de uma infindável mistura de processos, acontecimentos, horas e desoras, de opções conscientes, de saltos para o escuro, decididos em repentes de loucura ou intuição, de mim mesmo ou dos outros, do outro.
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Our deepest fear...

Our deepest fear is that we are powerful beyond measure.
It is our light, not our darkness that most frightens us.
We ask ourselves, who am I to be brilliant, gorgeous, talented, and fabulous? Actually, who are you not to be? You are a child of God. Your playing small does not serve the world. There is nothing enlightened about shrinking so that other people won't feel insecure around you.
We are all meant to shine, as children do. We were born to make manifest the glory of God that is within us. It's not just in some of us; it's in everyone. And as we let our own light shine, we unconsciously give other people permission to do the same. As we are liberated from our own fear, our presence automatically liberates others.”
Marianne Williamson
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Barra fechada
As ondas são grandes, insurfáveis, barras fechadas nos dias de fortes emoções e pensamento.
Têm sido dias abruptos, de baixo vôo.
Na sexta fazer sonhar estudantes de Direito, no sábado fazer pensar voluntários, no Domingo fazer lágrimas, em mim e nos outros, pessoas de bem, que se nutrem em sentimentos uns pelos outros durante a peregrinação que fazem pela vida, avançando com decisão e medos, com coragem e fraternidade por um bem maior, por uma vida mais digna.
Têm sido dias grandes, de muitas ondas, de muitas palavras e de mais ainda reflexões, olhares ao alto, de contemplação.
Assim é quando a prancha está espetada na areia, sentinela de oportunidade para entrar de novo no mar.
Quarta feira estaremos a voar! Águas calmas e ondas ordenadas vão chegar!
Go Sónia, go! Vamos contigo, ficas connosco...
Pequeno Poema, Sebastião Gama
Quando eu nasci, ficou tudo como estava, Nem homens cortaram veias, nem o Sol escureceu, nem houve Estrelas a mais......
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Sempre que tentamos materializar a sensação de milagre que é deslizar sobre uma onda, escrever surf, tentar descrever surf, como que...
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Conheço barcos que ficam no porto Com medo de que as correntes os arrastem violentamente. Conheço barcos que enferrujam no porto ...
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De “Caminar sobre las aguas” , Anthony de Mello : ´Déjenme contar una historia sobre una persona libre. Es la historia de una muchacha, en u...






