A Pororoca... a onda mais comprida do mundo!











Que fica na Amazónia...

Sónia.. força aí!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Como se mede o tamanho da alma?




Como medimos a alma?


Pelo sorriso, pelo olhar. A alma transparece na nobreza dos gestos de cada dia? Mede-se a alma pela capacidade de perdoar? E como se mede a capacidade de perdoar? Com um recipiente, cheio das desilusões que as relações humanas nos causam? Mede-se pelo florir do vaso que se rega? Mede-se pelas vitórias e derrotas alcançadas? Pelas lágrimas caídas, pelas quedas silenciosas? Mede-se pelo reerguer-se do chão, sentindo o pó das traições, num levantar lento, custoso, sem uma única palavra de pronúncio sobre a ferida aberta que lhe corre?




Como medimos a alma?


Como lhe tomamos o pulso? Como medimos o seu peso, as suas circunstâncias? Como nos medimos? Como perdoar? Como esquecer o peso das botas se a mancha lá fica? Como medimos o tamanho da alma? Pela nobreza? Pela coragem? Pelo perdão? pelo silêncio? Pela côr da espada, pela flor no canto da boca, mal me quer, bem me quer...
Como medimos a alma? é pela intensidade, é pela corrida a fundo no minuto que não é mais um apenas... mas sessenta segundos bem medidos, é pelo passo, salto no escuro, que se dá para fora com confiança e muito medo, mas dá-se, é pela entrega, é pela força que subsiste além do cansaço e do desapego, é pelo momento em que tudo esquecemos e nos falha a memória, nesse instante em que o tempo nos pára, mas por fora continua...
é pela medida da eternidade, fora do tempo, fora do espaço. A alma não tem sítio, lugar ou hora. Ela é... e por isso não se mede, mas mede-se.
Só não sei é como...

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

"Men do not follow titles. They follow courage.

Show them the way to freedom, without loosing the one thing that is yours: honour...

... and they will follow you.

For as much you fall or the reason's of falling, you will rise up,

every day, again and again"

A vida na linha da água...


Somos produto de uma infindável mistura de processos, acontecimentos, horas e desoras, de opções conscientes, de saltos para o escuro, decididos em repentes de loucura ou intuição, de mim mesmo ou dos outros, do outro.


Vivemos à tona de água, corremos a água fria numa oportunidade, na ondulação que se forma atrás de nós. Pegá-la ou largá-la é uma decisão de centésimos de segundo.


É nesse instante que jogamos toda a nossa vida, correr ou não correr, arriscar ou não arriscar, sonhar ou não sonhar, ousar ou não ousar.
Apanhar a onda pode mudar tudo, não apanhar também. No antes nunca sabemos o depois.

Tudo decidido num instante infímo que se traduz numa braçada vigorosa, com a força que já poderemos não ter.

O resto é o voo, a vida, elevamo-nos, erguemo-nos. Por um esgar do olhar viramos para o lado certo ou errado e deslizamos ou caímos.

Tão simples quanto isto.

Decidir ou não decidir, falar ou ficar em silêncio, porque por vezes a imensidão azul não termina nunca e nós não sabemos, temos esse direito, para onde seguir, para onde remar, ou como ou porquê.

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Photo credit: MaineLand


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Our deepest fear...




Our deepest fear is not that we are inadequate to what people ask or expect, inadequate to our mission or to our feeling.
Our deepest fear is that we are powerful beyond measure.
It is our light, not our darkness that most frightens us.
We ask ourselves, who am I to be brilliant, gorgeous, talented, and fabulous? Actually, who are you not to be? You are a child of God. Your playing small does not serve the world. There is nothing enlightened about shrinking so that other people won't feel insecure around you.
We are all meant to shine, as children do. We were born to make manifest the glory of God that is within us. It's not just in some of us; it's in everyone. And as we let our own light shine, we unconsciously give other people permission to do the same. As we are liberated from our own fear, our presence automatically liberates others.”

Marianne Williamson


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Às vezes pensamos que o nosso maior medo é a morte, é não estarmos à altura, são as ondas grandes, o mar tumultuoso ou frio...

Se pensarmos bem... isso não faz muito sentido.

O nosso maior medo somos nós, aquilo de que somos capazes se acreditarmos e a responsabilidade que daí advém.

Este é hoje, especialmente... o meu medo mais profundo.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

 
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