Smiling at the future, smiling at the unknown...





Deixa que o teu mundo esteja aberto em grande,
E os teus medos, sejam lançados para longe.

Que a tua voz seja
mais alta que as bombas
Algures no silêncio
encontra alguém em quem confiares

Levanta a tua cabeça,
desata o nó,
Meu Amor
A esperança nunca está a anos-luz...

Deixa que os teus sentidos
expludam de luz,
como raios de neon
a cantar no escuro

Ligado ao mundo,
um milhão de vizinhos,
um mar de estrelas..

Vejo-te a sorrir para o amanhã,
Vejo-te a sorrir para o desconhecido...

A esperança, meu amor, nunca está a anos-luz...










Estranha, mas deliciosa, esta fase da vida indisciplinada, com preguiça e prazer, em que os maiores, são mesmo os mais simples... Estranha, sempre tão rigoroso no dever, no ter de fazer o que se tem de fazer, capaz de horas e horas seguidas de trabalho, de empenho concentrado.. Fez-se finalmente o que se podia, o que se tinha de fazer. Dever cumprido. Estudo concluído. Deu-se-lhe a mão até que soubesse, fez-se caminhar, e o sonho lá vai, já anda por ele... podes-te sentar e olhar, só e apenas.. desfrutar.


Estranha, mas deliciosa, esta fase da vida, em que não se sabe para onde se virar porque o futuro não se mostra, não tem pressa, em que o tempo escorre lento e doce como mel, onde o apetece e a preguiça sobram, onde o surf manda e os jantares tranquilos ou animados, com sabores distintos em especiarias que vieram de longe, a dar o paladar e a conversa sem fim com amigos, aqueles bons, os de sempre porque fora do tempo, eternos.


Estranha, mas deliciosa, esta fase onde a família, sempre eterna também, se faz presente, a ouvir sempre com tempo, e aos mais pequenos se ensina a surfar, seja nas ondas, seja na vida, seja na prancha com rodas, seja com quilhas.. Sempre com mil perguntas, sempre... ansiosos por beberem a vida com o sorriso que atravessa o rosto, sempre virado para cima, para quem os protege e para o céu, sempre a olhar ambos ao mesmo tempo...


Estranha, mas deliciosa, esta fase da vida, espécie de crise (meia idade, precoce é certo), em que tudo está em aberto, onde tudo parece novo, até quem conhecemos como à nossa mão, onde se sorri para o desconhecido, onde se sorri para o futuro... 


Para os sonhos que hão-de vir, para os projectos a par que hão-de nascer, para a vida nova que se há-de formar..
Nas ondas que se perderam, mas que agora se vão surfar...





sexta-feira, 25 de novembro de 2011

 
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